Foto : Lívia Villas Boas / CBF
A Seleção Brasileira chega à décima final em dez edições de Copa América. É impressionante. É histórico. Mas, acima de tudo, é o retrato de uma equipe que se acostumou a vencer. No sábado (02), diante da Colômbia, vamos em busca do nono troféu. E a expectativa não podia ser outra: conquistar mais uma vez o continente e seguir alimentando o pesadelo das adversárias da América do Sul.
A campanha até aqui só reforça o que a gente já sabia: quando o Brasil entra em campo, o medo muda de lado. Venezuela, Bolívia, Paraguai e Uruguai sentiram a pressão. Só a Colômbia conseguiu segurar o empate, e mesmo assim enfrentando um Brasil com uma jogadora a menos desde o primeiro tempo. Agora, com as 11 em campo, como disse a Gio, vai ser outro jogo. E a gente confia que será o jogo do título.

Dá orgulho ver essa Seleção mesclando juventude e experiência, encarando cada desafio com seriedade e personalidade. Com Arthur Elias no comando, a equipe não só goleia — impõe respeito. Foram 17 gols marcados em cinco jogos. Uma média que assusta — e é pra assustar mesmo. Porque esse é o ponto: essa Seleção mete medo, como diz a campanha da Nike. Ela é o pesadelo das adversárias. E isso é resultado de trabalho, talento e da força de um futebol feminino que insiste, resiste e encanta.
A gente viu o brilho de veteranas como Marta e a ousadia de novatas como Dudinha. Vimos a técnica da Amanda Gutierres, a liderança da Duda Sampaio, o talento da Kerolin, a entrega da Gio. Vimos um grupo que acredita, que joga junto e que sabe o que quer.
Então, que venha a Colômbia. Já vivemos essa decisão antes — e deu Brasil. Que seja mais uma noite de festa, mais uma taça, mais uma página nessa hegemonia construída com suor, raça e bola no pé.
Porque quando o Brasil joga, as adversárias tremem. E a gente vibra. Vamos com tudo por esse nono título!
— Dibradoras



